ENSAIO

Onde a flor pausa
a abelha inicia,
me pego na leitura
do que prescinde
de palavra,

O silêncio diz mais
quando acorda
do nada, os sons
que faço por apurar
na madrugada,

Liturgia triste essa
de olhos sem ver
o que passa,
entre espaço tempo
corpo e alma nua,

Quem disse que
não é fácil viver,
nem provou os modos,
todos impossíveis,
de atingir a lua.

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