é sempre além do limite a tela em frente, oceanos salão vazio, mundo perdido na feira desse cotidiano, o desencontro em tudo os mundos que se evaporam aparências que não enganam espelhos que não mostram, o espesso de um sangue a escorrer na artéria da rua os becos refugiam esse grito onde algo da luz se esvazia, na lápide da esperança a chuva disfarça a lágrima mas pouco menos que o grão continua esse ciclo da vida.
sob palavras, incompletudes e não conclusões...