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Escrever
dói
mas não
como retirar
das
pedras
os caminhos
perdidos,
Escrever
é vão
mas não
como olhar
a cera
derreter
de círios
esquecidos,
A dor é
inútil
pois
incessante cava
gestos e
vazios
macerados
em fumo,
E entre a
luz
e a
sombra das velas
paira a
imensidão
de um
lugar sem rumo.
Muito lindo o poema. Achei muito parecido comigo. Reflete minhas emoções. As vezes sinto como se tivesse acontecendo essa invasão. A realidade, é que todos nós somos bombardeado vinte e quatro horas por dia sobre várias formas de invasão.
ResponderExcluirObrigado, Lima Sousa, nos meus textos tento falar das inquietações e questionamentos que movem a vida! Abraços!
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